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Como funciona o Imposto de Renda sobre fundos de ações?

Como funciona o Imposto de Renda sobre fundos de ações?

Investir em ações por meio de fundos ao invés de comprá-las diretamente pelo homebroker oferece uma vantagem tributária. Quando investe em ações e tem lucro, o brasileiro via de regra paga 15% de Imposto de Renda sobre o ganho no mês seguinte à venda das ações.

Porém, num fundo de ações você tem a chance de adiar esse pagamento de imposto para daqui a 10, 20 ou 30 anos. Basta deixar o dinheiro aplicado.

Dentro do fundo, o gestor pode vender uma ação para comprar outra, e depois comprar outra, e comprar outra… Não importa quantas operações sejam feitas pelo gestor: o IR só será devido quando o investidor decidir tirar o dinheiro do fundo. Então para que você fique 30 anos sem pagar imposto, basta deixar seu dinheiro lá rendendo e crescendo a taxas compostas.

Outra vantagem é que você não precisa calcular nada. Quando o resgate solicitado cair na sua conta, já estará descontado do IR devido. Já quem compra ações via homebroker tem que pagar IR sempre que vende mais de R$ 20 mil em ações num mês com lucro. Para o investidor de maior porte, a única forma de adiar o pagamento de imposto é não vender as ações, o que às vezes não é a melhor estratégia, principalmente quando identifica que houve um erro na sua análise e percebe que precisa vender aquela ação.

Pelo homebroker existe ainda um trabalho operacional chato: cabe ao próprio investidor apurar o lucro obtido com suas operações a cada mês, calcular o IR devido, preencher a Darf e fazer o pagamento. Outra grande vantagem dos fundos de ações é que não há a cobrança do come-cotas como nos fundos de renda fixa ou multimercados.

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